domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Cheiro a campo
Último excerto
sábado, 22 de maio de 2010
Conquistador
D.Afonso, Conquistador
És tu, Descobridor!
Trovador, jogral,
O bobo que faz rir
És quem eu convido a fugir
Para um local fenomenal.
Mas quem és tu sorriso?
Brilho da Lua,
Pontos brilhantes,
Risos constantes.
Onda de calor,
Dica de amor.
Vem voar conquistador!
Longe, porquê?
Voltarás? Talvez.
Quando te verei?
Conquistador, sou rainha!
Queres ser tu o meu rei?
segunda-feira, 3 de maio de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Grandes Guerras
Um dos dados mais significativos desta época foi a expansão da civilização europeia, deixando marcas da cultura ocidental por todo o Mundo, e a ascensão dos Estados Unidos a grande potência mundial. Foi um século marcado por imensos contrastes. De um lado, uma sociedade em crescente progresso económico, científico e tecnológico, uma civilização essencialmente urbana e massificada, e do outro, continentes e países cada vez mais pobres, autênticos palcos de fome, guerra e miséria, totalmente dependentes economicamente do mundo ocidental. Todavia, o crescente progresso não deixou de criar tensões políticas, rivalidades ideológicas e um clima de grande instabilidade entre potências, o que conduziria a conflitos de dimensão mundial.
O acontecimento mais significativo do início do século foi a I Guerra Mundial de
Derrotada, a Alemanha foi obrigada a assinar o “Tratado de Versalhes” (28 de Junho de 1919) que lhe impôs indemnizações, restrições militares e cedências territoriais. Por outro lado, os Estados Unidos, que contribuíram para a vitória final dos aliados ingleses e franceses, despontaram como uma das mais poderosas potências mundiais. Conseguiram uma posição hegemónica no Mundo, que outrora pertencera à Europa.
Tal progresso no pós-guerra, fez-se sentir na ascensão da classe média, no aumento do consumo e num clima de bem-estar que se estendeu a toda a sociedade americana: as mulheres conquistam um estatuto de maior independência, a moda desempenha o papel de libertação e afirmação social, a indústria cinematográfica cria os primeiros mitos e heróis, os electrodomésticos facilitaram as tarefas rotineiras, o telefone traduziu-se num dos inventos mais revolucionários; o automóvel passou a ser o símbolo da civilização moderna, o avião encurtou distâncias, os media constituíram um poder autónomo na sociedade e a música criou novos ritmos, sons e expressões. Assim se caracterizava o novo estilo de vida “American Way of Life”.
Porém, outros factores condicionaram a evolução dos acontecimentos na Europa.
Em 25 de Outubro de 1917 (calendário russo), deu-se a Revolução Bolchevique (comunista), seguida da criação da URSS, em
Deste modo, deu-se, portanto, a chamada Grande Depressão (ou Crise de 1929). Consistiu numa depressão económica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX. Este período de depressão causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto (PIB) de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de acções, e em praticamente todo o medidor de actividade económica, tudo isto a nível mundial.
Instalava-se um novo clima de instabilidade política e social na Europa, pois, depressa a humilhação imposta à Alemanha (Tratado de Versalhes) fez emergir uma “vontade nacional” que culminou na fundação do Partido Nacional Socialista, em 1919 (doutrina Nazi de Hitler); na Itália, a criação do Partido Nacional Fascista, em 1921 (Mussolini). Para além de uma Europa economicamente debilitada, a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) também contribuiu para a II Guerra Mundial (1939-1945). Esta consistiu num conflito bélico deflagrado após um fracasso do golpe de estado de um sector do exército contra o governo legal e democrático da Segunda República Espanhola. Teve início após um pronunciamento dos militares rebeldes, entre 17 e 18 de Julho de 1936, e terminou a 1 de Abril de 1939, com a vitória dos rebeldes e a instauração de um regime ditatorial de carácter fascista, liderado pelo general Francisco Franco.
Este conflito (II Grande Guerra), opôs a Potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) aos Aliados (França, Grã-Bretenha, EUA e União Soviética). No célebre “Dia D” (6 de Junho de 1944) os Aliados desembarcaram na Normandia e cercaram o exército Alemão. Hitler suicidou-se, mas a guerra só terminou com o lançamento das bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki (6 e 9 de Agosto de 1945), pois o Japão não se quisera render.
Uma das maiores consequências do conflito foi a perda da influência política, económica e cultural da Europa para os Estados Unidos (que disputava agora a hegemonia internacional com a União Soviética na designada Guerra Fria) e a divisão da Alemanha e da sua capital nos blocos de Leste e Ocidental, que levou à construção do Muro de Berlim (13 de Agosto de 1961).
Um cheirinho dos novos sabores
- Pequenos resumos de HCA (um deles já está ilustrado)
- Um novo desenho a marcadores Copic
Uma boa semana a todos,
Rú
sábado, 16 de janeiro de 2010
Neuschwanstein, Príncipe Quê(?) e Princesa Só(!)

Por entre as altas e esfumadas montanhas Alemãs, num pequeno-grande palácio, vivia uma bela princesa. Colo branco, mãos delicadas, olhos doces, lábios rosados. Como todas as belas princesas que vivem num grande Castelo, esta também era guardada por um colossal dragão de escamas azuladas. Durante anos viveu sozinha: jantava só, almoçava sozinha, jogava arco e flecha do mesmo modo, completamente sozinha e abandonada.
Estava um dia a cachopa à janela, a contemplar a beleza verdejante da vista do seu estamine, quando ouve um “ICHMMM” (é suposto ser o relinchar de um cavalo).
_Vinde meu salvador… Eu sei que estais aí… Mostra-te meu bravo; que anseio a tua chegada.
_Ah, ah… “Aprochega-te” bichinho dos dentes grandes! Não te receio! Vinde que te esquartejarei e servir-te-ei às postas ao meu querido Lancelote!
_Pára! Deixa a Graciete!
_Desculpa?!
_Sim…a minha “Dragoa”!
_Peço desculpas bela donzela, não conhecia esta vossa… amizade. Mil perdões!
Após palavras tão sinceras a moçoila lá esboçou um leve sorriso.
_Lança a tua trança, oh bela princesa!
_Não dá! Tenho o cabelo curto!
_Onde meteste a peruca que te ofereceram no Natal?
_Ah é verdade… Está ali… Vou buscar!
A princesinha lá foi buscar a dita cuja. Colocou-a na sua cabeça redonda, aplicando uns ganchos de avozinha para se ajustar melhor e lançou a longuíssima trança pela janela.
_Pronta? Aqui vou eu?
Agarrou firme na corda de cabelos (falsos) e num pulo… TRÁS CATRA PAZ! Caiu no chão com a peruca nas mãos.
_Esquece! Não dá! Experimenta os lençóis!
_Opá, deixa de ser preguiçoso e sobe pelas escadas!
_É melhor ir pela trepadeira!
Está visto que isto era um príncipe que gostava de desafios!
Chegado ao cimo da torre, no quarto da moça:
_Oh bela, belíssima princesa… sois ainda mais bela vista de perto; tão bela e fresca como o orvalho matinal!
_E posso saber o nome do meu Príncipe Encantado?
_Príncipe Quê Encantado, encantado por a conhecer finalmente!
_Príncipe quê?
_Príncipe Quê!
_Quê? Não percebi!
_O meu nome é “Príncipe Quê Encantado”!
_Ah… então chama-se Quê ou Príncipe?
_Príncipe Quê! E a Princesa, como se chama?
_Princesa Só Princesa!
_Então trato-a só por Princesa… visto que só se chama Princesa…
_Não, não! Trate-me por Princesa Só! O meu nome completo é “Princesa Só Princesa”.
É certo e sabido que este era o casal real mais compatível até hoje conhecido. E foi assim que a Princesa Só e o Príncipe Quê se ficaram a conhecer.
História de Rute Patriarca
Inspirado no Palácio de Neuschwanstein, Alemanha

